Marcos e Janaína foram encontrados esquartejados assassinados na Espanha foi torturado até a morte. A autópsia identificou mais de uma dezena de cortes rasos no corpo de Marcos Nogueira, de 39 anos, o que, segundo a equipe de perícia, representa um sinal claro de que ele foi vítima de tortura. As informações foram repassadas por […]
assassinados na Espanha foi torturado até a morte. A autópsia identificou mais de uma dezena de cortes rasos no corpo de Marcos Nogueira, de 39 anos, o que, segundo a equipe de perícia, representa um sinal claro de que ele foi vítima de tortura. As informações foram repassadas por fontes ligadas à investigação ao portal ‘Leonotícias’, segundo reportagem publicada nesta quarta-feira (21).
Além de Marcos, foram mortos a esposa dele, Janaína Santos Américo, de 39 anos, e os filhos deles, uma menina também paraibana,de quatro anos, e um menino de um ano, que nasceu na Espanha. Os corpos do casal estavam esquartejados e dentro de sacos plásticos.
A principal tese da polícia espanhola é que o crime tenha sido motivado por um acerto de contas. A casa da família não tinha sinais de arrombamento, o que faz a investigação suspeitar de que os assassinatos tenham sido cometidos por conhecidos. O jornal ‘El País’ divulgou, nesta quarta, uma nova informação que pode complicar ainda mais as investigações: as câmeras de segurança do condomínio não estavam funcionando.
As vítimas do crime brutal são os paraibanos Marcos Nogueira e Janaína Santos Américo, de 39 anos, e os filhos deles, uma menina também paraibana, de quatro anos, e um menino de um ano, que nasceu na Espanha
De acordo com Wilta Diniz, Janaína possui um irmão gêmeo que está tirando um passaporte de emergência para ir para a Espanha acompanhar o caso. “Ele é parente de primeiro grau é o mais indicado a ir para fazer os exames”, disse.
Procurado, o Itamaraty informou ao JORNAL DA PARAÍBA que acompanha o caso, por meio do Consulado-Geral do Brasil em Madri, e mantém contato com as autoridades locais. O órgão afirmou também que, em respeito à privacidade dos cidadãos brasileiros no exterior, e em cumprimento à determinação das autoridades locais de que as investigações tramitem em sigilo, não está autorizado a divulgar mais informações sobre os assassinatos.